3 de out. de 2007

Memória: há 33 anos Pelé se despedia do Santos FC!


Deixando pegadas de glória e saudade pelo Brasil, o Rei Pelé (foto abaixo) despediu-se do Santos Futebol Clube no dia 02 de outubro de 1974, durante partida contra a Ponte Preta, coroada com um placar de 2 a 0 favorável ao Peixe. No entanto, a magia do futebol daquele homem, que, com seus pés de ouro fazia arte em campo, ficará imortalizada nos gramados da Vila Belmiro e na memória daqueles que o assistiram. Pelé é eterno.

No jogo de adeus ao futebol brasileiro, Pelé jogou até os 21 minutos do primeiro tempo, quando se ajoelhou no centro do gramado. Abriu os braços e, antes de ser substituído por Gílson Beija-Flor, fez o seu agradecimento à torcida. O craque estreou no Santos FC em uma goleada sobre o Corinthians de Santo André por 7 a 1, em 7 de julho de 1956. Marcou seu primeiro gol e o sexto do Santos FC na partida.

Pelé deixou seu nome gravado na história do futebol com uma trajetória incrível de mais de 1000 gols marcados pelo Peixe; 95 pela Seleção Brasileira; recorde de gols em uma partida: seis, em 21 de novembro de 1964, na partida Santos FC 11 x 0 Botafogo de Ribeirão Preto; mais jovem artilheiro Campeonato Paulista: 1957 - Santos FC (fez 17 anos durante a competição); mais jovem Campeão Mundial: 1958 - Brasil (17 anos); mais jovem Bicampeão Mundial: 1962 - Brasil (21 anos); maior artilheiro em uma temporada do Campeonato Paulista: 1958 - 58 gols; maior número de temporadas como artilheiro do Campeonato Paulista: 11; maior artilheiro em uma temporada: 1959 - 127 gols.

O adeus à Seleção Brasileira Seleção Brasileira aconteceu três anos antes do encerramento de suas atividades no Peixe. A partida foi realizada no Maracanã, no dia 18 de julho de 1971, com público de 138.575 pagantes: Brasil 2 a 2 Iugoslávia. A parada definitiva aconteceu em em 01 de outubro de 1977, em um amistoso entre o New York Cosmos (EUA)- time onde encerrou a carreira-, e o Santos FC, única agremiação time brasileira que teve Pelé em seu elenco. O Rei atuou uma etapa por cada equipe, e, pela primeira e única vez na história, assinalou com gol contra o time da Vila Belmiro.

Uma curiosidade é que o Rei seria a estrela de partidas de despedida de outros astros, como Garrincha em 1973 (fez um gol pela Seleção Brasileira, driblando toda a defesa adversária formada por estrangeiros que atuavam no Brasil); e da de Beckenbauer, seu companheiro no Cosmos (EUA), em 1982, quando fez seu último gol.

Santos FC 2 x 0 Ponte Preta

Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro)
Data: 02 de outubro de 1974
Horário: 21 horas
Árbitro: Emídio Marques Mesquita
Público: 20.258 pagantes
Renda: Cr$ 219.371,00

Gols: Claúdio Adão e Geraldo (contra)

Santos FC - Cejas; Wilson Campos, Bianque, Vicente e Zé Carlos; Léo, Brecha, Da Silva e Pelé (Gilson); Claúdio Adão e Edu. - Técnico: Tim.

Ponte Preta - Carlos; Geraldo, Oscar, Zé Luiz e Valter; Serelepe, Serginho, Adílson e Valtinho; Valdomiro e Tuta.

Perguntar não ofende (Tostines)

A continuidade da CPFM justifica a criação da (agora ministério) Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, ou a criação da (agora ministério) Secretaria de Planejamento de Longo Prazo justifica a continuidade da CPMF?

2 de out. de 2007

Eles agora sabem voar

Pato Fu - Daqui Pro Futuro [2007]

por Felipe Cotta (publicitário, redator, articulista e compositor)

O novo - e nono - álbum dos mineiros do Pato Fu é um presente que o pop brasileiro há tempos merecia ganhar. "Daqui pro Futuro" é fruto de uma maturidade ímpar e por vezes inesperada na história do Pato Fu.

Justiça seja feita, desde os tempos de "Ruído Rosa", de 2001, que a banda vem se transformando. Cada novo disco é uma boa surpresa e o Pato Fu tem se mostrado um competentíssimo gerador de pequenas pérolas pop.

Não que os discos anteriores a "Ruído" sejam menos bons. São muito legais. Mas naturalmente falta ali no começo da carreira o filtro que hoje limita as piadas e brincadeiras ao seu nível certo. O Pato Fu sempre teve um lado bem-humorado delicioso - e que inclusive trouxe fama à banda - e inteligente, mas às vezes havia overdose. De uns discos pra cá, eles vieram acertando cada vez mais a receita. E hoje, com o "Daqui Pro Futuro", o que se ouve é uma banda totalmente madura, que usa o bom-humor e o escracho, sim, mas de um jeito muito mais esperto do que fazia há 10 anos.

Prova disso pode ser encontrada em "Woo!", uma excepcional e divertidíssima ode à eventuais quebras de regras para que nos mantenhamos vivos. Deliciosamente "Secos & Molhados"iana, a música é empolgante e inteligente, barulhenta e bem-humorada na medida certa. Se você ficar cantarolando o refrão ininterruptamente, não se preocupe. É um sintoma normal.

Refinado e extremamente sutil, o bom-humor continua presente em "Nada Original", onde Fernanda desfila versos espertos e venenosos sobre a previsibilidade das pessoas e cobra delas uma atitude. Um dos melhores arranjos do álbum, com guitarras precisas e maneirismos vocais interessantes. Já livre do veneno, a banda mostra seu lado angelical e materno em "Mama Papá", feita em homenagem à pequena Nina, filha de Fernanda e John (vocalista e guitarrista, respectivamente, e fundadores da banda). É a música "bonitinha" do disco.

Mas o filé do álbum é composto mesmo pelas músicas mais "densas". A linda e soturna "Espero", uma das melhores performances vocais de Fernanda aliada a um instrumental impecável e original, cheio de arpejos e backing vocals inventivos; a poética "A Verdade Sobre o Tempo" , a triste e intimista "Vagalume" e a emocionante faixa de abertura "30.000 pés", onde eles lá do alto se vêem conscientes do patamar que atingiram. E cantam orgulhosos sobre o que têm para mostrar, com a recompensadora certeza de que o ouvinte responde o sentimento com reciprocidade.

Pode acreditar: eles agora sabem voar.

1 de out. de 2007

Pra mim, chega.

Pra mim, chega.

Primeiro foi o ZPQ, o selo Zeca Pagodinho de Qualidade, uma das coisas mais imbecis da história.

Depois veio a infame Zeca-feira, nos dizendo qual o era melhor dia para se beber, quebrando a rotina da semana e tals.

Agora eles inventaram a Zeca-hora.
E, pra mim, acabou.

Enquanto a Brahma continuar tendo como garoto-propaganda um bêbado quebrador de contratos trapaceiro, que representa o máximo da malandragem, a Lei de Gérson e o famoso "jeitinho brasileiro", eu não tomarei mais essa cerveja. A melhor cerveja do pais não pode mais continuar tendo sua imagem atrelada à um lixo como o Zeca Pagodinho.

Que as vendas da Brahma despenquem enquanto esse cara for seu representante, me esforçarei para isso.

E tenho dito.

23 de set. de 2007

A obrigação de ser feliz

por Danuza Leão

ELA HAVIA combinado de jantar com amigos no restaurante mais novo da cidade, que, além de ser lindo e caríssimo, parece que se comia muito bem; se encontrariam lá às 10h. Mas naquele dia não estava muito bem. Para dizer a verdade, estava mal, e sem nenhuma razão especial para isso (como se precisasse).

A pele estava sem viço, o cabelo ruim, mas pensou que quando chegasse e tomasse uma bebida tudo ia melhorar. Pegou um táxi, e o trânsito estava péssimo, tudo parado.

Olhou para o lado direito, a calçada vazia; à esquerda, um ônibus parado.

O motorista, jovem, parecia calmo, mas olhou várias vezes para o relógio; alguém devia estar esperando por ele, pensou.

E pensou também no seu quase tédio, que estava indo para um restaurante cuja conta seria provavelmente mais alta do que ele ganhava em um mês. Ficou pior e começou a pensar.

Como seria a vida daquele motorista? Se às 10h da noite ele ainda estava trabalhando, devia ter começado pelas 2h da tarde -isso se não fizesse um biscate na parte da manhã.

Devia morar longe, e ainda ia ter que pegar uma condução para chegar em casa, o que seria lá pelas 11h. A essa hora a mulher talvez já estivesse dormindo, e ele ia ter que fazer um prato e botar para esquentar antes de cair na cama, morto de cansaço, sem ter com quem falar. O que será que ele pensava da vida? Teria planos para o futuro? Planos de melhorar de vida e poder ir a uma pizzaria aos sábados, tomar uma cerveja, voltar para casa e dormir abraçado com a mulher, sabendo que no dia seguinte ia poder acordar mais tarde, botar uma bermuda e ficar em casa de bobeira, vendo qualquer coisa pela televisão?

O trânsito não andava, e ela só prestava atenção nele. Nele, que parecia conformado, cumprindo sua obrigação, sem pensar em nada a não ser no trânsito, que não era para estar assim parado àquela hora. Teria acontecido algum acidente?

Daí a pouco os carros começaram a andar, o táxi virou à direita, e dez minutos depois ela chegou ao tal restaurante. O bar estava cheio, e a música -moderna- tocava alto o suficiente para que não se pudesse conversar, a não ser falando bem alto. Fez um esforço para ficar alegre; era preciso estar alegre, ou pelo menos fingir que estava. Tomou o primeiro drinque, tomou o segundo, mas naquela noite estava difícil.

Voltou a pensar no motorista, imaginando que ele só devia estar querendo uma coisa: chegar em casa e se atirar na cama. E pensou nela mesma, que não queria nada; que tinha tudo que uma pessoa pode ter, teoricamente, para ser feliz, e que estava tão mal. Se sentindo mais só do que nunca, apesar de rodeada de amigos, amigos legais que gostavam dela e de quem ela gostava, mas querendo a mesma coisa que qualquer pessoa normal: chegar em casa, se atirar na cama e ver o final de um filme bem ruim, sem precisar ser inteligente, charmosa, engraçada.

Pediu um terceiro drinque, deu risada de uma história que contaram, contou a sua, e quase sentiu inveja do motorista, que ia deitar e dormir sem precisar tomar nenhum comprimido, sem pensar em para que se nasce e para que se vive.

Enquanto ela ia continuar fazendo o que sempre fez na vida, aliás com muito talento: fingindo que era feliz.


danuza.leao@uol.com.br

31 de ago. de 2007

Perguntar não ofende


1 - O Bosco será severamente punido por fingir uma agressão (pilha na cabeça), criando todo um teatro louco e desprovido de qualquer razão ou motivo? Não é caso tão ou até mais grave do que o do Rojas?

2 - Até quando o Santos ficará jogando na Vila Belmiro, para públicos que passam os limites do pífio? O mais sensato não seria jogar SEMPRE em São Paulo onde, com seus 2 milhões de torcedores, sempre ocupa pelo menos 80% da capacidade do estádio, seja ele Pacaembú ou Parque Antarctica?

28 de ago. de 2007

Mino Carta e a invenção do Mensalão pela mídia golpista


Em que planeta vivem sujeitos como Mino Carta e Paulo Henrique Amorim?


Aviso aos navegantes: se cai a acusação de formação de quadrilha, no caso dos figurões envolvidos no mensalão, volta-se, automaticamente, ao que sempre esteve claro. Ou seja, assistimos a mais um clássico da ligação criminosa entre políticos e empresa privada, pela tangente tradicional do Caixa 2. Donde: o mensalão nasceu da fantasia jeffersoniana, prazerosamente repercutida, alimentada e estufada pela mídia. A mazela é imponente, sem dúvida. Gravíssima. Insuportável em um país que se apresenta como democrático. Mas, infelizmente, está longe de ser entrecho novo em folha. E não é mensalão.

enviada por mino"

27 de ago. de 2007

“Boleiros 3”, por Antoine Gebran, vice de futebol do Corinthians

Caro amigo, você já teve a oportunidade de assistir a algum dos filmes “Boleiros” (98) e (06), de Ugo Giorgetti? Caso a resposta seja negativa saiba, primeiro, que você está perdendo um filme delicioso. Em segundo, para deixá-lo a par, basicamente a história dos dois filmes giram em torno de históricas típicas do nosso futebol, como: as tradicionais mesa redondas de domingo, o craque em final de carreira, o jovem e imaturo craque vendido muito cedo para europa, entre outros. Como eu já escrevi, o filme conta histórias folclóricas do futebol. O que me espanta, na verdade, é ver que ainda existe dirigentes, como o novo vice de futebol do Corinthians, Antoine Gebran, que ainda vivem nessa realidade.Logo depois da demissão de Carpegiani, Antoine Gebran deu uma entrevista coletiva para a imprensa. Eis que, então, o que se viu foi a mais completa falta de noção da realidade do futebol de hoje em dia. A entrevista foi populada por pérolas como “eu não estava gostando do time, não via nenhuma jogada”, o novo técnico tem que ser inovador, criativo, vencedor, experiente” (qual não deve ser?), “não temos dinheiro, não é possível contratar Kaká e Ronaldinho Gaúcho” e, na minha opinião, a maior das perolaças: “meus amigos, vocês sabem como é: a camisa do Corinthians joga sozinha”. E o argumento de que “estou aqui falando como torcedor, e não como dirigente”, apenas corrobora com a tese do amadorismo absoluto.Honestamente, numa época em que cada vez mais se fala em planejamento e técnicos com trabalho em longo prazo, é inacreditável que, em um dos maiores clubes do país, o dirigente que comanda seu futebol ainda venha com ladainhas populescas. Na já amadora administração do Corinthians, nada mais retrógrado e fadado ao fracasso.Como santista, tudo o que pude fazer foi dar risada. No entanto, se fosse corinthiano, estaria bem preocupado. Nem sei se esse Antoine Gebran já fazia parte do conselho do Corinthians, não sei de onde ele saiu. O que sei é que nunca vi uma pessoa tão despreparada para tal função.

8 de fev. de 2007

Indignação com a Folha de São Paulo

Sou assinante da Folha de São Paulo há mais de 4 anos, desde Agosto de 2002.

Resolvi ligar para cancelar minha assinatura, pois, apesar de adorar o Jornal, não tenho tido mais tempo de lê-lo.

Apesar de meu longo relacionamento com a empresa, fui tratado como um consumidor qualquer, por um atendente que apenas quis me convencer, insistentemente, de continuar com o jornal. Foi um monólogo patético do vendedor, apenas me cobrando justificativas do porquê de parar de assinar o jornal, sem me oferecer reais vantagens de continuar com a empresa.

Finalmente, depois de ter sido "desqualificado" pelo vendedor, acabei conseguindo efetivar o cancelamento da minha assinatura.

Depois de todo esse desgastante e estressante processo, eis que eu descubro que, enquanto para mim, assinanante do jornal há mais de 4 anos, fiel, com renovação automática, que nunca ganhou nada, a Folha não oferece nada de especial, para um qualquer, que nunca leu o jornal na vida, ela oferece mil brindezinhos e coisinhas para atrair novos assinantes.

Veja só, confira você mesmo => http://assine.folha.com.br/folha/assinatura/wass0085.asp

Ou seja: eu, um consumidor ativo da Folha, sou tratado como ninguém. Já um qualquer pode ir lá e assinar o jornal apenas por causa de um DVD Player, um Secador ou um Videogame.

Lamentável, Folha. Vcs não tem o Depto de Relacionamento? Vcs só pensam nos novos assinantes e esquecem os antigos? Vcs não sabem que é mais fácil, mais barato e agrega mais valor à Marca manter um leitor ativo do que apenas explorá-lo, e investir esforços apenas nos novos usuários?

Sem mais,
Thiago Reimão

Mais senso crítico e menos Lucio Ribeirisse


A definição de Indie por um Indie, segundo a Desciclopedia, é a seguinte: “Sou extremamente culto, inteligente. Me visto de maneira fuckin' stylish e tenho gostos excelentes. Odeio tudo que é pop. Amo o underground.”

Por que eu comecei esse artigo com essa definição? é que o Indie não se aplica apenas a músicas, mas sim a qualquer situação onde impere a questão da novidade, do recente, do algo novo. Veja mais esse trecho: “Para se afirmar ”real" na tribo Indie, o mesmo deve eleger como banda preferida uma banda que ninguém mais conhece e dizer que é a melhor coisa do mundo e, se ele conhecer mais pessoas que conheçam a banda, ele a considerará mainstream e elegerá outra banda desconhecida como sua preferida.”

O representante-mór da tribo indie é um jornalista chamado Lucio Ribeiro, especialista em novidades do mundo do rock. Indie rock, é claro. Ou seja, qualquer banda que seja do underground, que não tenha gravadora, que distribua suas música apenas via internet, com os My Space e Last.FM. E, o mais importante, claro: que absolutamente mais ninguém tenha ouvido falar.

Bom, enquanto esse for um estilo(???) apenas do Lucio Ribeiro, menos mal. Ninguém é obrigado a ler os textos do rapaz.. No entanto, a coisa começa a ficar feia e chata quando esse fenômeno se espalha para outras áreas do enttretenimento, que é o que está ocorrendo agora com os já saturados seriados americanos.

O melhor seriado do mundo até pouco tempo atrás, Lost, agora é substituído por um tal de Heroes. Algumas pessoas já vieram falar para mim, com brilhos nos olhos, que Heroes é a coisas mais sensacional da face da terra.

O momento auge para essas pessoas é quando você argumenta com um simples e factual - “mas como eu vou assistir a esse seriado se ele não passa no Brasil”? - a resposta vem imediata: “oras, eu baixei na internet. Assim que passa no Estados Unidos, eu já baixo na Internet”.

Ahá! Achamos o ponto! Analisemos com calma: a mesma pessoa, a singular e única pessoa que se predispõe a ir até o computador e baixar o episódio do tal seriado minutos depois de passar nos USA, depois vem e vocifera com todas as letras que é a coisa “mais legal que ela já viu na face da Terra”. Qual a relação?

Vejo com tristeza que estamos criando uma geração de “Lucios Ribeiros”, onde o verdadeiro hype não é o seriado em si: poderia ser o Lost, o Heroes, o Vilains, o raio que o parta: o que importa mesmo é ver antes do outros e propagar para todos os cantos: “sim, é a coisa mais legal do mundo!”. Mais ou menos como um típico Indie fala sobre uma banda nova. Neste novo cenário, o “legal” é ser o único a ter visto, não importando a qualidade do programa em si.

Alerta vermelho! Temos pela frente o perigo iminente de cair numa cilada: um novo tipo de tribo, onde o sujeito ter ou não visto algo o desqualifica de forma veemente.

Uni-vos, pessoal: se tal programa, banda, filme ou o que quer que seja, for merecedor de crédito, façamos isso. Agora, ficar elogiando algo apenas porque você viu e os outros não, é patético. Por favor: mais senso crítico e menos Lucio Ribeirisse.