8 de set. de 2008

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas

Parece difícil crer, mas atitudes continuam a prejudicar executivos

Publicado em http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=16564

Publicado em 29/08/2008 - 12:00

Por Larissa Leiros Baroni

Já parou para pensar que no ambiente de trabalho suas atitudes são observadas o tempo todo? A vigilância vai desde o horário que chega e sai, até naquilo que se faz no desenvolvimento de atividade e no bate-papo com os colegas na hora do café. As reuniões não poderiam ser diferentes. Apesar do cara a cara com o gestor ser uma situação de altíssima exposição, esse é o momento de apresentar projetos e de mostrar suas capacidades e é nele também que muitos profissionais perdem a chance de deixar boa impressão por causa de erros básicos.

Para ajudar você a evitar problemas diante dos gestores, colegas de trabalho, fornecedores e clientes, o Universia consultou diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo. Confira os dez erros mais cometidos numa reunião!

Chegar atrasado

"Chegar atrasado, seja qual for o compromisso assumido, é falta de educação. Regra que não muda quando o assunto é reunião de negócios. Atraso é desrespeito com aqueles que compareceram na hora marcada. Lembre-se: o evento geralmente envolve uma série de profissionais e todos eles possuem compromissos alheios ao encontro. Por isso, por mais que tenha trânsito, organize-se para não se atrasar. Em caso de contratempos, ligue para informar o ocorrido e orientar que a reunião comece sem sua participação. Ao chegar ao local do encontro, seja discreto para não atrapalhar o andamento das discussões. Nada de fazer perguntas para saber o que ocorreu anteriormente. O atrasado perde esse direito. Use a pausa para o café para se inteirar dos acontecimentos ou faça isso depois da reunião".

Célia Leão, consultora de etiqueta empresarial e autora do livro Boas Maneiras de A a Z.

Não se preparar

"De nada adiantaria participar de uma reunião se não há o que contribuir para o seu desenvolvimento. Gastar tempo e dinheiro para fazer volume não é uma estratégia eficiente nem para você, nem para a empresa. Para que de fato o encontro seja produtivo é preciso que os profissionais envolvidos se prepararem para ele. Por isso, ao receber uma convocação, notifique-se sobre os assuntos tratados e os objetivos do evento. Se no convite esses aspectos não estiverem descritos, procure o organizador para esclarecê-los. Com as informações nas mãos, vá atrás de saídas e soluções para que elas sejam apresentadas na reunião. Uma atitude que provavelmente será reconhecida pelo gestor, já que demonstrará iniciativa, empenho, além de dedicação. Caso contrário, a única característica que ficará ressaltada é o desinteresse".

Jean Pierre Marras, consultor de administração de Recursos Humanos e professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Não saber quando falar e calar

"Ao participar de uma reunião, é preciso se fazer notar tanto para marcar presença como para expressar sua opinião. No entanto, é fundamental saber quando falar e quando calar. Pedir a palavra para dizer algo que não está ligado à pauta ou para fazer um comentário que nada acrescenta na discussão só para chamar atenção não é uma boa estratégia. Essa intervenção pode prejudicar sua imagem, além de demonstrar desconhecimento e insegurança. O mesmo também acontece quando um profissional sai do encontro sem falar absolutamente nada. Para não errar a mão, a dica é conhecer o ambiente e as pessoas envolvidas e saber ouvir".

Cláudio Edward dos Reis, professor de Psicologia Organizacional da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho).

Não ter objetividade

"Não é o tempo de uma reunião que determina sua produtividade. Ao contrário, quanto mais objetivo for o encontro, mais eficiente ele será. O ideal é que o evento tenha não só hora para começar, mas também para acabar, e é fundamental que esses limites sejam cumpridos. Uma responsabilidade que não se restringe apenas ao gestor. Os profissionais participantes também devem ficar atentos ao horário. Todos têm direito de emitir opinião, mas cada um deles tem o compromisso de fazê-lo de forma clara e objetiva. O tempo é um recurso caro, além do mais não é só a sua disponibilidade que está em jogo. Por isso fique atento ao que acontece. Nada de conversas paralelas ou de desviar o foco central da reunião para discutir assuntos que não estão em pauta".

Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal

Não prestar atenção

"É extramente importante prestar atenção em tudo o que é dito na reunião. Afinal, você poderá ser cobrado daquilo a qualquer momento. Em casos de dúvidas, não tenha medo de perguntar. Mas, se as questões não estiverem relacionadas ao assunto pautado, deixe para abordar o gestor ao final do encontro. Para garantir que não esqueça de nada do que foi abordado, anote as orientações. Ao sair da reunião, é recomendável refletir sobre tudo o que foi discutido e traçar os próximos passos profissionais. Se você não seguir as direções do chefe, sua credibilidade pode ser abalada. A realização de uma ata pode ser a bússola que irá nortear as ações dos funcionários e ainda as cobranças do gestor".

Cristiane Cortez, consultora do IBTA Carreiras.

Não saber ouvir e fazer críticas

"É comum que numa reunião haja confronto de idéias. Mas é preciso ter postura tanto para receber como para fazer críticas. Caso contrário, você pode perder a razão na discussão, além de transmitir aos participantes uma postura de inflexibilidade, agressividade ou até mesmo de chatice. Uma atitude que, ao invés de colaborar com o desenvolvimento da reunião, só tende a atrapalhar. Espere a conclusão de uma idéia antes de pedir a palavra para fazer a intervenção. Saiba aceitar as críticas, pondere os pontos positivos das observações e conclua com a defensiva. Ao fazer críticas, evite as expressões ´mas´ e ´não concordo´, elas abalam a resistência emocional do criticado. Deixe de lado os ataques infundados e as pressões com base em problemas pessoais".

Reinaldo Polito, mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal.

Ser muito informal ou formal demais

"Há reuniões que permitem e até pedem a informalidade, outras não. Portanto é preciso saber quando ousar ou não na linguagem. Errar na medida pode tornar a reunião improdutiva, além de comprometer a imagem do profissional que não se atentou a esse detalhe. Ele pode ser taxado de arrogante ou descompromissado. O que determina os limites é a lista dos participantes, bem como o objetivo do encontro. Quando é uma reunião de equipe, as gírias e as brincadeiras são permitidas, desde que usadas moderadamente. Agora, se nessa mesma reunião, o presidente da empresa for participar, é preciso tomar mais cuidado. A tática é observar o comportamento de quem convocou o encontro".

Sidneia Palhares, gerente de divisão efetiva da Gelre, empresa de recrutamento profissional.

Desviar a atenção com posturas corporais

"Alguns comportamentos e posturas podem comprometer o desenvolvimento da reunião. Manias como bater os dedos na mesa, os pés no chão ou abrir e fechar a tampa da caneta repetidamente até podem parecer inofensivas, mas geralmente elas desviam a atenção dos demais participantes e, consequentemente, colocam em xeque o rendimento do encontro. As conversas paralelas, risos, cochichos ou bilhetinhos também devem ser banidos, mesmo quando se referem ao o mesmo assunto do evento. Ou você comenta com todos os participantes ou permanece em silencio. Se a reunião está cansativa e o sono já começa a incomodar, opte por anotar o que está sendo falado. Nada de ficar fazendo desenhos ou mexendo no laptop. Demonstrar desinteresse sobre a reunião pode ser um grande erro, além de transparecer falta de maturidade e comprometimento profissional".

Ássima Ferreira, psicóloga e professora da Fundação Dom Cabral.

Atender o celular

"Não esqueça de desligar o celular. Ao entrar numa sala de reunião, essa é a primeira atitude que deve ser tomada. O toque do telefone móvel no decorrer do encontro pode atrapalhar o ritmo das discussões. Se você espera uma ligação importante, o ideal é avisar o gestor a respeito do ocorrido antes de iniciar a reunião. Nesses casos, opte por deixar o telefone no silencioso. Caso ele toque, não o atenda se abaixando na cadeira. Peça licença e saia da sala".

Igor Schultz, gerente da Page Personnel, filial do grupo Michael Page International - que faz recrutamento especializado.

Não propagar as informações discutidas na reunião

"Todo e qualquer comentário referente ao assunto pautado deve ser discutido na reunião. Nada de omitir a participação e deixar para tecer opiniões nos corredores. A roupa suja deve ser lavada, passada e guardada no encontro. Há ainda reuniões com caráter sigiloso. Nesse caso, a discrição deve ser ainda maior. Propagar os assuntos discutidos dentro da sala para a empresa não é uma atitude nada ética. Além do mais, o profissional pode perder a credibilidade junto ao gestor".

Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial e professor do FGV Management.

5 de set. de 2008

Sintomas de uma sociedade doente

Sem querer ser arrogante, mas possuo um hábito que poucas pessoas possuem: quando estou dirigindo e chego num esquina, independentemente de ter faixa de pedestre ou não, se vejo que há um pedestre esperando para atravessar, eu paro o carro, olho para a pessoa e faço um movimento com o braço, indicando: “pode passar; fique a vontade, por favor”.

No entanto, meu ponto aqui não é discutir esse meu hábito. O ponto interessante dessa história é o seguinte: logo após esse sinal com o braço, o que o pedestre faz? Ele atravessa a rua correndo. Isso mesmo: eu paro o carro na frente do pedestre, faço um sinal dando-lhe a preferência e o que ele faz? Sem necessidade alguma, ele atravessa correndo! Como se estivesse atravessando uma rua super movimentada. E o detalhe é o seguinte: isso não acontece uma vez ou outra: isso acontece SEMPRE!

Particularmente, minha interpretação a respeito desse tipo de evento me deixa triste: indica que, claramente, o carro é a prioridade total na negociação carro x pedestre pelas ruas afora. Pelo tamanho do carro comparado ao ser humano, pelo porte, pelo poder de fogo que possui, o pedestre se sente acuado, sem proteção. Parece que, quando tomo essa atitude de parar o carro e dar preferência ao pedestre, estou praticamente dando uma esmola para o medingo, quer dizer, pedestre. Uma migalha de pão. Um fio de esperança. Não consigo pensar em outra coisa que não seja a completa inversão de valores, importa uma sociedade cambaleante, apressada e doente.

Outro coisa que vem me incomodando muito decorre da nova campanha do Visa Electron. Você já assistiu? Basicamente, é assim: são pessoas chegando para assistir um filme no cinema, marcando no relógio, falta apenas um minuto para começar a sessão. A partir desse momento, todas as pessoas começam a correr para suas respectivas salas como se estivessem num filme de ação: umas por cima das outras, desviando de pipoqueiros e outros obstáculos. Na hora de pagar pelo refrigerante, ao invés de usar dinheiro, ele usa Visa Electron, afinal de contas, “por que usar dinheiro? Visa Electron é muito mais rápido e prático”. E, evidentemente, por causa disso, eles chegam a tempo na sala, antes das portas se fecharem.

Na verdade, a propaganda é bacana, bem feita. Mas o ponto é que ela evidencia sintomas de outra doença moderna: a correria, a pressa. As coisas não são mais feitas com calma, sendo curtidas. Muito pelo contrário: ir ao cinema, por exemplo, hoje em dia, só para quem tem um saco de ouro. Primeiramente, você deve se dirigir a um shopping, demorar horas para encontrar uma vaga e estacionar, além de pagar quase o mesmo preço do ingresso por isso, fila para comprar o ingresso, horas de trailers e propagandas e, finalmente, assistir ao (a essa altura, “maldito”, já que você está arrependido) filme.

Quando o personagem da propaganda é praticamente obrigado a usar o Visa Electron por que é “mais rápido”, fica absolutamente evidente esse aspecto da correria em detrimento da calma e tranqulidade. E não é nem pela forma de pagamento que se é usado; é, sim, a sua postura com relação a vida que levamos hoje em dia. O que é melhor? Fazer uma coisa correndo, simplesmente pelo fato de fazê-la, ou curtir um momento com calma?

Cá do meu lado, continuarei usando Visa Electron porque é uma forma de pagamento muito prática, e continuarei dando passagem para pedestres “assustados”. Quem gosta de levar a vida correndo, que leve. Não me espere, pois não vou acompanhá-lo. Prefiro ficar aqui atrás, indo na manha.

Enquanto isso, dentro de um avião...

A aeromoça oferece bebida a um São Paulino que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.
O torcedor São Paulino (chique, lógico) pede uísque escocês com gelo.
- "A senhora aceita o mesmo que ele, irmã?" Pergunta a aeromoça à religiosa.

A freira fica indignada:
- Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão do Pelourinho, daqueles de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca !

O São Paulino escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:
- Desculpe, eu não sabia que tinha essa outra opção. Também quero o negão!

Os Povos - Milton Nascimento e Márcio Borges




Na beira do mundo
Portão de ferro, aldeia morta, multidão
Meu povo, meu povo
Não quis saber do que é novo, nunca mais
Eh! Minha cidade
Aldeia morta, anel de ouro, meu amor
Na beira da vida
A gente torna a se encontrar só

Casa iluminada
Portão de ferro, cadeado, coração
E eu reconquistado
Vou passeando, passeando e morrer
Perto de seus olhos
Anel de ouro, aniversário, meu amor
Em minha cidade
A gente aprende a viver só

Ah, um dia, qualquer dia de calor
É sempre mais um dia de lembrar
A cordilheira de sonhos que a noite apagou

Eh! Minha cidade
Portão de ouro, aldeia morta, solidão
Meu povo, meu povo
Aldeia morta, cadeado, coração
E eu reconquistado
Vou caminhando, caminhando e morrer
Perto de seus olhos
A gente aprende a morrer só
Meu povo, meu povo
Pela cidade a viver só

Vote Nulo!

4 de set. de 2008

Mano, informe-se melhor!



Amigons, bom dia!

Mano, ontem vc mostrou como seu conhecimento de futebol é irrisório e parco: vc disse que o Santos tinha mais chances de cair que o Atlético PR, pois este vinha numa crescente, e o Santos numa descendente.

Bom, antes da rodada ontem, o Atlético PR vinha de 3 derrotas seguidas e o Santos de quatro jogos invictos.

Para corroborar com as tendências, o Atlético PR tomou um pau ontem e o Santos ganhou mais uma, conquistando 9 dos últimos 15 pontos.

Por favor, se informar melhor antes de emitir aleatoriamente uma opinião. Segundinha não é que nem a primeira não, viu?

Com o Santos, Onde e Como Ele Estiver - O ÚNICO GRANDE PAULISTA QUE NUNCA CAIU!

Abraços,
Thiago Reimão

blogdofalsario.blogspot.com
www.buscape.com.br

3 de set. de 2008

Reimão "cantando" Creep na festa do Cabral

The Dilators ROCKS!!!

Em defesa do Craque Robinho


O assunto do mundo futebolístico (?) no início dessa semana foi Robinho Arantes do Nascimento, ou melhor, apenas Robinho. A imprensa, principalmente a Trio-de-Ferro Futebol Clube, classificou a transferência dele como “falta de ética”, “irresponsabilidade”, “trairagem” e outros adjetivos não menos agressivos contra a índole do rapaz.

Meu ponto aqui não é falar do profissional Robinho. Que os chatos o façam. O que eu gostaria de ratificar é que, nesse processo de fritura, foi totalmente deixado de lado a qualidade do jogador, e tudo o que ele já apresentou em termos de futebol.

A mim, honestamente, não espanta. A Imprensa Trio-de-Ferro FC (para quem não sabe o que é: que apenas fala e defende Corinthians, São Paulo e Palmeiras) foi a primeira a detoná-lo. Na verdade, faz sentido, pois são clubes sem ídolos recentes. Além disso, o Robinho cansou de arrebentar os “três grandes” da capital. Senão vejamos:

- Valdívia: considerado “O Mago”, desafio alguém a me mostras 3, APENAS 3 jogos onde ele foi estritamente decisivo em quase dois anos de Palmeiras e apenas um mero Paulista conquistado. Fico no aguardo.

- Tevez: bom, esse nem se fala: saiu do Corinthians da mesma forma que o Robinho: brigado com a torcida e foi para um time muito menor que o City, o tal do West Ham. Aliás, ele e o Mascherano. Alguém pegou no pé dele? Ninguém, ele é considerado ídolo até hoje. E só ganhou um Brasileiro cujo próprio presidente do clube, naquele momento, admitiu que foi roubado.

- Kaká: saiu debaixo de uma chuva de pipocas em 2003, odiado pela torcida são paulina.

- Robinho, jogador de sucesso do Santos e, por isso, inimigo da Imprensa Trio-de-Ferro FC: o maior jogador de futebol (e não pessoa ou profissional vale ratificar) que já vestiu a camisa do Santos nesse milênio: ganhou dois brasileiros (e um deles, com a mãe seqüestrada: quem aí se lembra disso)? Cansou de dar espetáculos como profissional por 3 anos no Santos FC, e vou citar alguns: finais do BR 2002, jogos da Libertadores 2003 (foi aplaudido de pé na Colômbia numa vitória do Santos por 5x1), Bahia 4 x 7 Santos, Coritiba 0 x 4 Santos. Ao digitar “robinho” no Youtube, vemos mais de 20.000 ocorrências: assista uma e se arrepie.

Como diria a propaganda do “Fruthos”, “o mundo hoje está muito chato”. Ou seja, eu acho que ele deve ser anti-ético e traíra? Jamais! Não sou criança que nem ele. Ele, inclusive, fez uma grande palhaçada com a torcida do Santos em 2005, quando quis ir para o Real Madrid. Mal orientado, mimado, miolo-mole. Não é à toa que grande parte da Massa Alvinegra não o engole até hoje.

No entanto, sou freqüentador da Vila Belmiro desde 1986, e o Robinho fez coisas que ficaram eternamente guardadas em minhas retinas e memórias. Robinho, “o caçador de gambás”. O Robinho é craque, monstro, gênio. E isso ninguém vai tirar mim, ninguém.

E nem dele.

21 de ago. de 2008

Perguntar não ofende (parte 1)

Se o Santos não ganha do Ipatinga, vai ganhar de quem?